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terça-feira, 1 de novembro de 2016

O processo de nacionalização do presbiterianismo: transformações no discurso protestante brasileiro



Acaba de ser publicado mais um artigo de minha autoria nos Anais do II Simpósio Internacional da ABHR.
A publicação original pode ser acessada clicando aqui.

Segue o texto:

Esta comunicação está baseada no projeto de pesquisa apresentado para a seleção de doutorado no Programa de Pós-graduação em História da UFRRJ. A questão que guia nossa pesquisa é saber o que estava envolvido na produção do discurso presbiteriano nacional no contexto de transição do regime político brasileiro.
Como referencial teórico, partimos das reflexões de Pierre Bourdieu. Para Roger Chartier (2002, p. 140-148) a lição principal do trabalho de Bourdieu é sempre pensar de forma relacional tanto em nível de sociabilidade e de coexistência entre indivíduos quanto em níveis mais abstratos, mais estruturais de organização social.

quarta-feira, 25 de março de 2015

LIÇÃO 13 – A IGREJA E A LEI DE DEUS (Mt 5.17-20; Rm 7.7-12)


I. A FUNÇÃO DA LEI
“Segundo Lutero, a lei tem duas funções primárias. A primeira é coercitiva, restringe o perverso e mantém a ordem na sociedade, essa é a lei civil. A outra função da lei é teológica. A lei é santa e perfeita, foi dada para a vida, mas a distância entre sua santidade e a incapacidade humana de cumpri-la faz da lei uma palavra de julgamento. O que era para a vida transformou-se em morte. A função teológica exige do homem algo que lhe é impossível: cumprir a lei totalmente”. (SOARES, p. 142-143).

quarta-feira, 18 de março de 2015

LIÇÃO 12 – NÃO COBIÇARÁS – (Ex 20.17; I Rs 21.1-5, 9-10, 15-16)


“10. O Décimo Mandamento: Não Cobiçar (20.17)
Este último mandamento está por baixo dos quatro precedentes, visto que atinge o propósito do coração. Matar, adulterar, roubar e mentir são resultados de desejos errados que inflamam nosso ser. E singular que a lei hebraica inclua este desafio ao nosso pensamento e intenção. “Os antigos moralistas não reconheciam esta condição” e não condenavam os desejos maus. Mas é no coração onde se inicia toda a rebelião, e este mandamento revela o aspecto interior de todos os mandamentos de Deus.

sexta-feira, 6 de março de 2015

LIÇÃO 10 – NÃO FURTARÁS (Ex 20.15; 22.1-9; Ef 4.28)

 “Por todo este capítulo encontramos o princípio da restituição – a fim de consertar o erro. Como exemplo, se um homem roubasse um animal, ele teria de pagar em dobro o valor de mercado do animal. Se você tem cometido algum erro, talvez devesse ir além esperado ao reparar sua falha. Dessa forma, você: (1) ajuda a atenuar qualquer dor que porventura tenha causado; (2) ajuda o outro a perdoar com mais facilidade; e (3) pensa melhor antes de repetir o erro”. (BÍBLIA DE ESTUDO APLICAÇÃO PESSOAL, p. 114).

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

LIÇÃO 9 – NÃO ADULTERARÁS (Ex 20.14; Dt 22.22-30)


Subsídios
1. A santidade do casamento.
O sétimo mandamento é “Não adulterarás”. Se o último mandamento defendia a inviolabilidade da vida, e o anterior a inviolabilidade do lar, esse mandamento protege a inviolabilidade do casamento. Um casamento não é apenas um relacionamento de conveniência, nem é algo com que se brincar. A infidelidade traz consigo a pior das consequências”. (HAMILTON, p. 223).
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